Subiu para 89 o número de mortos em decorrência do terremoto que atingiu a província de Gansu, no Noroeste da China. Pelo menos 600 ficaram feridos, segundo moradores, a maioria idosos e crianças. Cinco pessoas permanecem desaparecidas. Na tarde desta segunda-feira (22), o governo confirmou 87 mortes na cidade de Dingxi, e duas na vizinha Longnan. O tremor de 6,6 graus de magnitude atingiu a região de Minxian e municípios de Zhangxian por cerca de um minuto.
As equipes de resgate disseram que os esforços de resgate têm sido lentos devido à falta de máquinas de escavação pesada. Uma investigação inicial mostrou que o terremoto derrubou mais de 1.200 casas e danificou seriamente mais de 21 mil. Moradores da aldeia de Yongguang, em Meichuan, estão sem comida, abrigo, energia elétrica e sinal de telefone celular. Não há energia elétrica em cinco cidades da parte leste de Minxian.
Chang Zhengguo, porta-voz do governo provincial, disse que foram registrados 422 tremores secundários. Zhu Wenqing, agricultor de 40 anos de idade, de aldeia de Majiagou, em Meichuan, disse que sua casa resistiu ao terremoto inicial, mas foi destruída após sete ou oito tremores secundários.
Novos confrontos no Egito provocam
uma morte e deixam vários feridos
Em mais um dia de confrontos entre simpatizantes do presidente deposto Mouhamed Mursi e os que apoiam o atual governo, na Praça Tahrir, no Cairo, capital do Egito, uma pessoa foi morta e várias ficaram feridas nesta segunda-feira (22). Os manifestantes usaram pedras e espingardas durante os confrontos. As forças de segurança egípcias responderam com gás lacrimogêneo. Desde que Mursi foi deposto, no último dia 3, a violência no Egito fez mais de uma centena de mortos.
Com a destituição de Mursi pelas Forças Armadas, assumiu interinamente o poder Adly Mansour, presidente da Suprema Corte. Mansour anunciou que serão realizdas eleições em seis meses e que a Constituição vai ser alterada.


