No encontro realizado na quadra da Vila Operária com cerca de 400 moradores, os técnicos explicaram como será processo de legalização dos imóveis de famílias que estão no local há mais de 50 anos. No primeiro levantamento o instituto constatou que cerca de três mil famílias (aproximadamente 15 mil pessoas) poderão receber o documento de regularização de suas casas. Do encontro participaram o prefeito Alexandre Cardoso e a presidente do Iterj, Mayumi Sone, o vice-prefeito Laury Vilar, o subsecretário municipal de Urbanismo Humberto Viana, vereadores e lideranças comunitárias.
- Temos que registrar esses imóveis. A Comunidade Operária começou a ser construída junto com a Rodovia Washington Luiz. Em cada comunidade visitada a gente aprende um pouco mais sobre a história do município - disse o prefeito Alexandre Cardoso, acrescentando que a próxima reunião será com moradores da Mangueirinha onde moram cerca de cinco mil famílias (15 mil pessoas). No dia 30, eles se encontram com cerca de 200 famílias que ocupam uma área no Beira Mar, próximo ao campo da Paz.
Primeiro será feita a topografia da área e em seguida o cadastro. O Título é o documento emitido pelo Estado, através do Instituto de Terras e Cartografia do Estado-ITERJ, que atesta a regularização das moradias de uma comunidade. O Iterj e a prefeitura já promovem reuniões com as comunidades São Bento, Vila Esperança e Getúlio Cabral, Parque Vilanova e Parque Liberdade.


