– Pela primeira vez temos informações cartográficas da área urbana de todos os municípios. São mais de 3 mil fotografias, na escala de 1/2.000, nas quais identificamos toda a infraestrutura existente, como edificações, ruas, áreas de atenção, elementos ambientais e todos os acidentes geográficos e urbanísticos. Em agosto, vamos apresentar a cartografia para a sociedade e entregá-la aos municípios e às empresas concessionárias estaduais como instrumento para o planejamento urbano. Com esses dados em mãos, o próximo passo é implantar um sistema de informação georreferenciada, onde será possível plotar e gerenciar estas e novas informações, de acordo com as intervenções – disse Loureiro.
Ele falou também da importância do plano integrado: “Temos a oportunidade de oferecer, pela primeira vez na história do estado, um plano integrado. Não é um plano exclusivo de transporte, saneamento, habitação, infraestrutura, ou uso do solo, mas um planejamento conjunto, onde todas essas disciplinas têm que se falar. É um trabalho dificílimo, mas necessário e previsto no Estatuto da Metrópole".
Sobre as próximas etapas depois da apresentação do plano, Vicente Loureiro disse que será intensificado o trabalho, com debates nas cidades, para que o plano integrado, o primeiro da história do Rio de Janeiro, seja concluído no início de 2017 e encaminhado à Alerj para ser transformado em lei.


