As máscaras e a dança do Careta do Acupe, da Bahia, e o maracatu da Zona da Mata de Pernambuco, encerraram a programação do Festival Nacional de Cultura Popular- Interculturalidades, em Duque de Caxias. O evento foi promovido pelo Centro de Artes da Universidade Federal Fluminense (UFF), com apoio do Ministério da Cultura e da secretaria municipal de Cultura e Turismo.
O primeiro grupo que se apresentou na manhã de sábado (17), no Centro Cultural Oscar Niemeyer, na Praça do Pacificador, foi o Careta de Acupe, de Santo Amaro da Purificação, Bahia. Utilizando máscaras de papier mache, o Careta mantém viva uma tradição do tempo da escravidão que é realizada anualmente em julho, no distrito baiano de Acupe. Fechando a programação o Maracatu Cambinda Brasileira apresentou a cultura da Zona da Mata de Pernambuco, onde o caboclo de lança, na verdade um guerreiro, tem a missão de proteger a corte.
Segundo o secretário de Cultura e Turismo André Oliveira, a importância do festival para a cidade foi não só o de trazer grupos culturais de várias regiões do país. “Caxias é um município que tem entre suas raízes a cultura nordestina, e o festival reforça justamente isso, além de possibilitar ao morador conhecer diversas manifestações culturais", explica Oliveira, que estava acompanhado do subsecretário Beto Gaspari.
Durante os meses de agosto e setembro, o Festival Nacional de Cultura Popular- Interculturalidades trouxe não só a Duque de Caxias, mas também ao Rio de Janeiro e Niterói diversas atrações e grupos folclóricos que mostraram um pouco da cultura de cada região do Brasil.


