A HAS-S deve ser suspeitada quando a pressão é muito alta ou difícil de controlar
Diferente da hipertensão comum, que surge pelo envelhecimento ou genética, a hipertensão arterial secundária (HAS-S) tem uma causa específica e identificável em outro órgão. Ela representa cerca de 5% a 10% dos casos e deve ser suspeitada quando a pressão é muito alta ou difícil de controlar.
As origens mais frequentes são problemas nos rins, distúrbios na tireoide ou nas glândulas suprarrenais (que regulam hormônios do estresse). O ronco excessivo e a pausa na respiração durante o sono (apneia) também são vilões comuns que elevam a pressão.
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A grande vantagem desse diagnóstico é a possibilidade de cura ou controle facilitado: ao tratar a doença de base, a pressão tende a normalizar. Por isso, se sua pressão não baixa nem com vários remédios, investigar uma causa secundária é essencial para evitar danos severos ao coração e ao cérebro.
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