A Polícia Militar entrou oficialmente, quinta-feira (12), na Campanha Nacional de Desarmamento. A participação das forças de segurança estaduais faz parte da segunda fase da campanha, que já completou sete meses. Atualmente, o Rio de Janeiro está em terceiro lugar no ranking de recolhimento de armas no Brasil, com quatro mil. A expectativa é que, com o aumento do número de postos, a arrecadação de armamentos deve crescer. “Todos os batalhões estarão aptos a receber esses armamentos. Vamos lutar para que o estado alcance o primeiro lugar", afirmou o comandante da Polícia Militar, coronel Erir Ribeiro Filho.
Os policiais militares passarão por um curso de qualificação nos dias 1, 2 e 3 de fevereiro visando à atuação na campanha. E, a partir de março, todos os batalhões do estado começarão receber armas. A Polícia Civil já estava participando da campanha com 136 delegacias, que foram preparadas para recolher armamentos. “Tivemos de modificar a estrutura das delegacias para receber essas armas e é importante que as pessoas saibam da existência dos postos na Polícia Civil e, agora, na Polícia Militar", frisou o subchefe da Polícia Civil, Fernando Veloso.
Desde a primeira fase da campanha, as polícias Federal e Rodoviária Federal também estão recolhendo armas. No Rio, os moradores têm ainda a opção de entregar seus armamentos no Viva Rio, única ONG do país a participar da campanha. O cidadão que decidir entregar sua arma não precisa se identificar e receberá uma quantia em dinheiro por isso.


