Marcelo Dino comemora mais de 500 animais resgatados pela Comissão de Defesa dos Animais da Alerj
- set 25, 2026 - Por Redação Jornal Capital
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Presidente da comissão na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro destaca balanço de ações, prisões por maus-tratos e o avanço na fiscalização em mais de um ano de atuação.
O deputado estadual Marcelo Dino (PL) apresentou, na tarde desta quinta-feira (24), um balanço de sua gestão à frente da Comissão de Defesa e Proteção dos Animais da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj).
Em publicação nas redes sociais, o parlamentar celebrou a marca de mais de 500 animais resgatados — entre domésticos, silvestres e de médio porte — ao longo de pouco mais de um ano de trabalho. As ações resultaram ainda na prisão de mais de 50 pessoas e na promoção de dezenas de adoções responsáveis.
Entre os casos de destaque está o do cachorro batizado de Chiquinho, que sofreu maus-tratos e foi adotado de papel passado pelo candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). A maior parte dos resgates ocorreu em situações de crueldade extrema ou de comércio ilegal de animais.
Atuação nas ruas e combate ao crime
Segundo o presidente do colegiado, a estratégia da comissão foi descentralizar o atendimento e focar na fiscalização direta.
"Quando assumi a Presidência, tirei a Comissão do ar-condicionado da Alerj e coloquei para rua, para fiscalizar denúncias e o resultado está aí. Várias vidas salvas e um recado dado: é cadeia para quem maltrata os animais. Vamos até vocês", ressalta Marcelo Dino.
A estrutura de trabalho conta com servidores comissionados especializados na causa animal, médicos-veterinários e o apoio fundamental de protetores voluntários.
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Expansão para o interior do estado
Embora o foco inicial e o maior volume de ocorrências se concentrem na Região Metropolitana, a comissão tem ampliado sua atuação para o interior fluminense. Recentemente, o grupo realizou uma operação de fiscalização na chamada "Ilha dos Gatos", em Mangaratiba, na Costa Verde do estado.
"Vamos apurar denúncias de todo o Rio e levar à delegacia. Já fomos em comunidades perigosas, locais de difícil acesso e nada nos impedirá de fazer o nosso trabalho", finaliza o deputado.




