A parceria entre os órgãos amplia o desenvolvimento de programas e soluções técnicas na aquicultura e suas ações e possibilita a formulação de políticas de desenvolvimento sustentável para as atividades. “A pesca e aquicultura são prioridades máximas para o Brasil: precisamos crescer com estas atividades, principalmente com a pesca que é extremamente rentável", argumentou a presidente da CNA e do Senar, Kátia Abreu.
Ações relacionadas a políticas públicas, organização econômica dos setores da aquicultura, desenvolvimento territorial, biocombustíveis, mercados institucionais e diferenciados terão prioridades no acordo. Também merecerão destaque os setores de aquicultura familiar, empreendedorismo para jovens aquicultores, cadeia produtiva dos organismos aquáticos ornamentais, associativismo e cooperação, assistência técnica e extensão rural, comunidades tradicionais e capacitação.


