Testemunha inocenta Dilma em atrasos do Plano Safra
- jun 29, 2016 - Por Redação Jornal Capital
Os atrasos do governo em pagar as equalizações de juros do Plano Safra aos bancos públicos, as chamadas “pedaladas fiscais", representam uma das principais acusações que embasam o pedido de impeachment contra Dilma. Guadagnin, assim como outros técnicos do Ministério do Desenvolvimento Agrário ouvidos anteriormente, negou que o dinheiro desembolsado pelo governo para compensar a demora no pagamento das equalizações possa caracterizar empréstimos.
Um laudo pericial sobre o assunto, apresentado no início da semana por servidores do Senado, afirma que os atrasos nos pagamentos oneraram a União em R$ 450 milhões em 2015, e que são, de fato, operações de crédito do governo junto a bancos públicos, o que é vedado por lei. Os peritos acrescentaram, contudo, que não encontraram nenhum ato que comprove a participação de Dilma nas operações.
A comissão ouviu à tarde a segunda testemunha do dia, o procurador do Banco Central Marcel Mascarenhas dos Santos. (Agência Brasil)



