Conta de luz voltará à bandeira verde em outubro após cinco meses
- set 27, 2026 - Por Redação Jornal Capital
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Agência Nacional de Energia Elétrica anunciou o fim da taxa extra da bandeira amarela devido à melhora no volume de chuvas e nos reservatórios.
As contas de luz voltarão em outubro à bandeira verde, sem a cobrança de tarifas adicionais, informou nesta sexta-feira (25) a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A bandeira tarifária retornará após cinco meses sob a bandeira amarela, que aplicava um custo adicional de R$ 1,885 a cada 100 kWh consumidos.
De acordo com a Aneel, a mudança para a bandeira verde decorre do aumento no volume de chuvas, especialmente nas regiões Sul e Sudeste, o que estabilizou o armazenamento nos reservatórios das usinas hidrelétricas. Com isso, a agência reguladora explica que será possível reduzir o acionamento de fontes de energia mais caras, a exemplo das usinas termelétricas movidas a combustíveis.
Como funciona o sistema de bandeiras
Criado em 2015 pela Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias reflete os custos variáveis da geração de energia elétrica no país. As cores indicam quanto custa ao Sistema Interligado Nacional (SIN) produzir a eletricidade consumida em residências, comércios e indústrias.
Enquanto a bandeira verde não gera nenhum acréscimo na fatura, a aplicação das bandeiras amarela ou vermelha implica cobranças extras proporcionais ao consumo em quilowatts-hora (kWh).
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Conheça os valores das bandeiras tarifárias
- Bandeira verde: nenhum acréscimo;
- Bandeira amarela: acréscimo de R$ 1,88 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
- Bandeira vermelha (Patamar 1): acréscimo de R$ 4,46 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos;
- Bandeira vermelha (Patamar 2): acréscimo de R$ 7,87 para cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos. (com informações da Agência Brasil)




