O pedido do Ministério Público Federal (MPF) vai além da intervenção. Foi feita uma representação, na mesma data, solicitando que o procurador-geral da República que apresente uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) para questionar a lei que regulamentou a calamidade pública financeira no estado. “A única calamidade que temos é a péssima gestão usada como escudo para que o governo não cumpra seus compromissos e reduza os gastos essenciais, além de dar margem ao governo para violar a própria Constituição e servir de gambiarra jurídica que proíbe o repasse de recursos do Tesouro para estados inadimplentes", cita o MPF na representação.
Já existem outros questionamentos ao governador Luiz Fernando Pezão. Dois pedidos de impeachment foram arquivados pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Jorge Picciani, ambos feitos por sindicados de servidores. Já o Sindicato dos Médicos do Rio (SinMed/RJ) ingressou, em Brasília, com um termo pedindo a intervenção federal no estado, por falta de investimentos na área da Saúde.


