O objetivo é desenvolver estratégias de ações integradas entre sete eixos estruturantes: expansão econômica; patrimônio natural e cultural; mobilidade; habitação e equipamentos sociais; saneamento e meio ambiente; gestão pública e centralidades; e reconfiguração espacial.
Temas como o déficit habitacional, saneamento básico e mobilidade foram apontados como desafios a serem vencidos. De acordo com o arquiteto Jaime Lerner, do consórcio Quanta-Lerner, existem três caminhos que devem ser percorridos para o desenvolvimento equânime da região: a Baía de Guanabara, o Arco Metropolitano e a malha ferroviária.
- A solução para os problemas é buscar a integração, de modo que os governos se comprometam a perseguir metas que são de interesse comum. Quando se trata da Região Metropolitana do Rio, temos a alegria de ver a visão de futuro já delimitada no território, e que pode ser complementada – explicou o diretor-executivo da Câmara Metropolitana, Vicente Loureiro.


